A Animalife permite divulgar e apoiar os animais que existem para adopção. Juntos vamos criar histórias felizes.
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Dicas e Utilizadores - Em Viagem

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Um cão ou um gato são companheiros para toda a
vida e para os melhores e os piores momentos. Estão sempre lá quando
nós precisamos e merecem também ir de férias connosco sempre que
possível.
Os cães então adoram longos passeios à beira-mar e uns bons
mergulhos ou caminhadas no «calçadão» onde aproveitam para fazer
amizades com outros animais de companhia. Quando as férias são no
campo, aí os donos agradam quer a gregos quer a troianos: cães e
gatos adoram a liberdade da natureza.
Antes da viagem, seja ela para que destino for, não deve nunca
esquecer:
- Os documentos do seu amiguinho;
- Ter o animal identificado com um microchip;
- As vacinas e tratamentos de prevenção em dia;
- Seguro de responsabilidade civil;
- Seguro de saúde;
- Contacto do médico veterinário;
- Estojo de primeiros socorros;
- Brinquedos;
- E claro: trela e açaime.
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Aventura, diversão, experiências:
se nós gostarmos de bons momentos e de adrenalina,
os nossos amigos de quatro patas certamente nos
acompanharão. Até quando queremos voar!
Se as nossas férias começam por uma viagem de avião,
os nossos pequenos companheiros estarão prontos para
vir connosco. Mas antes de fazer a reserva,
peça todos os esclarecimentos que considere
necessários directamente à companhia aérea ou
através da sua agência de viagens. Isto porque as
exigências podem variar de companhia para companhia
ou então por causa do animal e do destino em causa.
Tenha atenção que só podem viajar de avião, animais
com pelo menos 8 semanas de idade. E é necessário
apresentar certificados de saúde e da vacina da
raiva devidamente actualizados. Se a sua viagem
tiver como destino um país no estrangeiro,
informe-se atempadamente sobre os documentos
exigidos à entrada e à saída daquele território.
Riscados estes primeiros passos da sua lista,
opte preferencialmente por um voo directo, com
partida de manhã ou à noite.
O seu animal de companhia terá de viajar numa caixa
transportadora própria. Nada como a testar antes da
viagem, para que o seu cão ou o seu gato não
estranhem o cubículo onde terão de permanecer
durante a viagem, espera-se que o mais quietos
possível.
Adquira uma transportadora resistente, com abertura
suficiente para permitir circulação do ar.
Estruturalmente, espaço não deve faltar. Tudo para
que o seu amiguinho possa mexer-se à vontade (ou
quase): desde que consiga sentar-se, deitar-se e
voltar-se de um para o outro lado, já é óptimo,
dando garantias de uma viagem agradável e nada
claustrofóbica.
Um detalhe: convém que a transportadora tenha um
fundo impermeável, coberto com material absorvente,
não vá ele querer aliviar-se. A caixinha onde for
transportado tem de ter obrigatoriamente a seguinte
inscrição universal: «Live Animals», isto é, animais
vivos.
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As viagens de comboio ou de
expresso serão certamente mais regulares do que as
de avião. Os animais de companhia podem viajar com
os seus donos desde que sejam asseguradas as
condições de higiene.
Nos comboios da CP, o transporte dos nossos
amiguinhos é gratuito, desde que se cumpram
determinadas regras: têm de viajar dentro de uma
transportadora própria que permita ser classificada
de «bagagem» de mão; e se quiser que o seu amigo de
quatro patas desfrute da viagem solto terá de
adquirir um bilhete próprio que diga respeito ao
comboio onde vai viajar. Mas, neste caso, trela e
açaime são obrigatórios, tal como o boletim de
vacinas e a licença municipal.
Os cães-guia ou de assistência estão dispensados da
compra do bilhete. Se tiver vários animais de
companhia terá menos sorte, já que só é permitida a
entrada de um por pessoa.
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As viagens de carro podem ser um
habitué para aqueles animais que diariamente
acompanham os donos de um lado para o outro. E são,
normalmente, momentos altos do dia dos nossos
amiguinhos.
Mas se formos de férias para longe, as viagens podem
tornar-se mais aborrecidas. Jogue pelo seguro e
agende a partida para uma altura mais fresca do dia
(manhã ou final da tarde) e evite expor o seu
bichinho a estímulos exteriores que possam provocar
ansiedade e excitação.
Se o amigo de quatro patas não está habituado a
fazer viagens longas de carro, torna-se
imprescindível efectuar pelo menos breves passeios
antes da partida. Se já costumarem andar de carro, o
mais certo é que durmam durante grande parte do
percurso. Mas sempre, sempre dentro de caixas
próprias para transporte, presas pelo cinto de
segurança ou separadas do condutor por um
dispositivo próprio.
Cães com a cabeça fora da janela: esta imagem
parece-lhe familiar? Pois sim, é um cenário
frequente nas publicidades de famílias em férias com
animais, mas não é nada aconselhável. Além de ser
perigoso por causa de eventuais acidentes e falta de
visibilidade para que o condutor possa ultrapassar
ou regressar à via da direita em segurança, é
desvantajoso para o próprio cão, já que esse
comportamento torna-o mais vulnerável a otites,
rinites e conjuntivites.
Como em qualquer viagem com ou sem animais, o ideal
é fazer uma paragem a cada 2/3 horas. O cão
ou o gato vão agradecer-lhe, uma vez que assim têm a
oportunidade de aliviar as suas necessidades e beber
um pouco de água; se bem que deve ter sempre água
disponível durante a viagem se notar que o seu
companheiro começa a arfar.
Os nossos amiguinhos devem fazer a viagem sempre
no banco de trás. Nada de ceder a birras! Se for
um animal de companhia de grande porte, a solução é
transportá-lo no porta-bagagens do carro, mas para
isso convém ter uma carrinha familiar, um jipe ou um
monovolume.
Mesmo na mala do carro, provavelmente melhor
para cães de grande porte, o ideal é que viaje em
transportadoras próprias de maiores dimensões. Não
se esqueça de que existem dispositivos para o
porta-bagagens que fazem com que fique aberto,
deixando espaço para entrada de ar, embora a mala
fique efectivamente trancada e permita fazer uma
viagem em segurança.
As alternativas não se ficam por aqui: há ainda o
reboque. Esta é outra opção que assegura
igualmente o bem-estar do animal. O importante é que
tenha um piso anti-deslizante, seja bem ventilado e
isolado termicamente para proporcionar uma viagem
agradável e segura.
Enjoos: como solucionar o problema?
Tal como as pessoas, também há cães e gatos que
enjoam em viagem. O melhor é habituar os nossos
animais de companhia a viajar de carro desde
pequenos, de forma a evitar enjoos desnecessários e
que podem comprometer a chegada ao destino a tempo e
horas.
O animal não deve associar a viagem de carro a um
pesadelo, mas sim a algo divertido, como um
passeio até à praia ou uma boa dose de comida.
De qualquer modo, para evitar enjoos o ideal é que o
seu pequeno amigo viaje em jejum. Para isso convém
dar-lhe uma refeição bem reforçada na noite anterior
e iniciar viagem bem cedo. À chegada, uma refeição
leve e um pouco de água farão com que se restabeleça
num instante!
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Vamos de férias, mas desta vez o nosso pequeno
amigo não vai poder ir connosco, ou porque o destino fica no
estrangeiro ou porque não encontrámos nenhum alojamento que
aceitasse animais de companhia ou simplesmente porque queremos umas
férias românticas a dois ou em família, mas com muitas actividades
em que as bolas de pêlo não poderão participar.
Pode cortar-nos o coração termos de o deixar; mas essa experiência
pode não ser assim tão má. O seu companheiro de quatro patas pode
ficar com alguns familiares seus com que se dê bem e há ainda outras
soluções: o petsitting e os hotéis para animais de companhia. É
verdade, eles podem desfrutar de umas ricas férias longe de si.
Mas, na hora do regresso, não se preocupe porque verá que as
saudades vão ser muitas e reflectir-se-ão em muitas lambidelas,
carinhos, pulos e abanões de rabo.
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Serão com certeza umas férias diferentes e cheias
de experiências a não perder. Em hotéis para animais, o seu
amiguinho de quatro patas poderá conhecer outros como ele e terá um
tratamento digno de um príncipe (passeios frequentes, mimos, banho,
comida e actividades desportivas). Alguns dos «pacotes» incluem
serviços personalizados, desde tratamentos de beleza e spa a aulas
de natação e de obediência.
Antes de decidir, visite os hotéis e verifique se cumprem as regras
de higiene necessárias e que serviços extra existem. Há hotéis que
até piscina têm, proporcionando umas férias de luxo e muita diversão
ao seu pequeno amigo.
Imprescindível é também obter o contacto do médico veterinário
assistente no hotel onde pensa deixar o seu animal por uns dias.
Além disso, informe-se sobre tudo aquilo que o animal pode ou não
levar consigo para essas férias de «lorde».
E, claro, faça um balanço entre o preço e a qualidade dos
serviços que vão prestar ao seu amigo. Nada como gerir bem as
contas, sobretudo em altura de crise!
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É sempre melhor bater à porta da família
ou de amigos para deixar o seu animal por uns dias, sobretudo se
eles ficarem rendidos aos encantos da bolinha de pêlo.
As pessoas mais próximas são também a melhor opção em termos
pessoais e monetários.
Mas se não tem conhecidos a quem deixar o seu animal de estimação,
há quem se ofereça para tomar conta dele enquanto estiver fora.O
petsitting pode ser a solução mais simples e que menos
estranheza causará ao seu animal de companhia, uma vez que
permanecerá em casa, no seu ambiente acolhedor do dia-a-dia e alguém
irá tratar das suas necessidades básicas, fazer-lhe um pouco de
companhia, dar-lhe mimos e longos passeios até à rua.
A bola de pêlo poderá assim ganhar um novo amigo(a), mas não fique
com ciúmes, porque se for um bom dono, ele reservará certamente um
espaço maior no seu coração para si e para as saudades que vai
ganhar com a sua ausência!
Para quem não prescinde de adoptar um gatinho ainda bebé só deve
fazê-lo quando ele tiver entre 8 a 10 semanas de idade. Já desmamado
e com uma alimentação mista, estará naturalmente mais saudável,
porque esteve até essa altura sempre perto da mãe. Ainda assim, vai
requerer sempre tempo, carinho, dedicação e cuidados do seu dono.
Na hora de escolher um gatinho bebé, observe-o junto dos irmãos. Vai
perceber quais são os comportamentos mais evidentes, indicando já o
tipo de personalidade e temperamento do seu futuro amiguinho.
Os filhotes adaptam-se bem a um novo dono e a uma nova casa,
uma vez que não têm memória do antigo dono.
Já os gatos adultos não precisam de ser treinados, já sabem
como se comportar e são mais autónomos, defendendo-se sozinhos. Têm
uma personalidade já formada, pelo que, na hora de adoptar um,
perceber+a rapidamente qual se identifica mais consigo.
Mais: podem fazer apenas uma refeição por dia; para donos que passem
pouco tempo em casa, mas que quando regressam do trabalho dedicam
atenção ao seu animal de companhia, um gato adulto pode ser a
solução ideal.
Ele ficar-lhe-á eternamente grato por lhe ter dado uma segunda
oportunidade.
Macho ou fêmea?
O ideal é ter um gato, macho ou fêmea, que esteja ou passe a estar
castrado ou esterilizada. Dessa forma, não correrão risco de
terem filhos atrás de filhos e tornar-se-ão mais calmos, meigos e
caseiros.
Deixam até de fugir para namorar, que é o que acontece
frequentemente com os gatos, e as gatas deixam de receber tantas
visitas dos machos com o mesmo intuito.
Mais: quando são castrados ou esterilizados os gatos ficam com o
pelo mais brilhante, mais macio e comem de forma mais moderada,
deixando para trás futuras preocupações de obesidade.
Ou seja, pode escolher um macho ou uma fêmea, sem grandes receios,
desde que tome estas precauções, terá amigos fiéis e afáveis para
toda a vida.
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